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  • Writer's pictureSeseOlive

2023 October 19 | Photography | Jimi Tenor in Rote Sonne (Munich)

Updated: Oct 25, 2023

PT 🇵🇹🇧🇷

No meu planeamento de concertos os dados já foram jogados há muito tempo atrás, gosto de salas pequenas, de instrumentos de sopro e de tempos a tempos de confrontar um ou outro preconceito meu ainda escondido.


E assim aconteceu quando dei de caras com um intrumentista de sopro, música e sala desconhecidos! A expectativa era muito baixa porque para lá do desconforto de uma nova sala (olhado com desconfiança com uma camara na mão, desconhecimento das luzes, do palco, dos hábitos dos clientes habituais)... a música de promoção não me deixou muito animado, estou a falar de um mega hit desta subcultura de 1994, o "Take Me Baby" que conta com 1.5 milhões de visualizações e uma grande parte de comentários saudosistas. Mas como o artista tocava também Saxofone Tenor e Flauta obviamente que tinha uma consideração superior da minha parte.


Aliás o seu nome artístico (Jimi Tenor) deste Filandês resulta da fusão do nome de um ídolo dos anos 60 (Jimmi Osmond) e do Saxone Tenor. Mas adiante, eu sei por experiência própria que Saxofonistas em regra não cantam bem, existem algumas excepções atiradas para a ribalta como Van Morrison ou o Maceo Parker mas o facto é conhecido por demais no meio musical. E ele entra em palco... num set up sobrepovoado de electrónica, com cabos e caixas de ritmos e pianos e maquinetas que eu nunca tinha visto... e conquistou-me de imediato!


Trajado com uma peça indiana algures entre o Sari e um Fato branco com brilhantes e eclético segurou o público com alguns detalhes sublimes... o primeiro, absolutamente descomplexado e sem medos, ia buscar os sons que queria, folheava uma página que tinha umas cábulas e lá ia ele, depois... o refinado gosto em manter o som audível (leia-se baixo) e rico com uma destreza e pontaria incrível, por fim a voz era o que nós conhecíamos, letras curtas, espaciais e repetitivas davam aos fãs uma onda de transe e revivalismo bem demarcado. A juntar a isto, o facto de tocar Saxone Tenor e Flauta com uma graciosidade incomparável.


Eis um minuto do que eu vi nesta fabulosa descoberta, não parei um segundo de dançar, mesmo estando a tirar fotografias!



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EN 🇬🇧🇺🇸

When it comes to concert planning, the dice have long since been thrown: I like small rooms, wind instruments and from time to time I like to confront one or two of my hidden prejudices.


And so it was that I stumbled upon an unknown wind player, music and space! Expectations were very low, because apart from the discomfort of a new venue (being looked at suspiciously with a camera in hand, not knowing the lights, the stage, the habits of the regulars)... the promotional song didn't get me very excited, I'm talking about a mega hit of this subculture from 1994, "Take Me Baby", which has 1.5 million views and a lot of nostalgic comments. But as the artist also played tenor saxophone and flute, he was obviously held in higher esteem by me.


In fact, his stage name (Jimi Tenor) is a fusion of the name of a 60s idol (Jimmi Osmond) and the tenor saxophone. However, I know from experience that saxophonists don't usually sing well. There are a few exceptions, like Van Morrison or Maceo Parker, but the fact is well known in music circles. And then he came on stage... with a set that was overloaded with electronics, with cables and beat boxes and pianos and machines that I'd never seen before... and he won me over immediately!


Dressed in an Indian garment somewhere between a sari and a white suit, sparkling and eclectic, he held the audience with some sublime details... the first, absolutely uncomplicated and fearless, he would pick up the sounds he wanted, flick to a page that had some cheat sheets and off he went, then... the refined taste in keeping the sound audible (read bass and rich) with incredible dexterity and aim. ... the refined taste in keeping the sound audible (read low) and rich with incredible dexterity and aim, finally the voice was what we knew, short, spatial and repetitive lyrics gave the fans a wave of trance and well-defined revivalism. He also played tenor sax and flute with unparalleled grace.


Here's a minute of what I saw at this fabulous discovery, I didn't stop dancing for a second, even when taking pictures!



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DE 🇩🇪🇦🇹🇨🇭🇳🇱🇱🇺


In meiner Konzertplanung sind die Würfel schon lange gefallen: Ich mag kleine Räume, Blasinstrumente und von Zeit zu Zeit möchte ich mich mit dem einen oder anderen versteckten Vorurteil auseinandersetzen.


Und so kam es, dass ich auf einen unbekannten Bläser, Musik und Raum stieß! Meine Erwartungen waren sehr niedrig, denn abgesehen von dem Unbehagen, das ein neuer Veranstaltungsort mit sich bringt (mit der Kamera in der Hand misstrauisch beäugt zu werden, die Lichter, die Bühne, die Gewohnheiten der Stammgäste nicht zu kennen)... Der Werbesong hat mich nicht gerade begeistert, ich spreche von einem Megahit dieser Subkultur aus dem Jahr 1994, "Take Me Baby", der 1,5 Millionen Mal angeklickt wurde und viele nostalgische Kommentare hervorgerufen hat. Aber da der Künstler auch Tenorsaxophon und Querflöte spielte, schätzte ich ihn natürlich höher ein.


Tatsächlich ist sein Künstlername (Jimi Tenor) das Ergebnis einer Verschmelzung des Namens eines Idols der 60er Jahre (Jimmi Osmond) und des Tenorsaxophons. Allerdings weiß ich aus Erfahrung, dass Saxophonisten in der Regel nicht gut singen können. Es gibt ein paar Ausnahmen wie Van Morrison oder Maceo Parker, aber das ist in Musikerkreisen bekannt. Und dann kommt er auf die Bühne... mit einem Set-up voller Elektronik, Kabeln und Rhythmusboxen und Klavieren und Maschinen, die ich noch nie gesehen hatte... und er überzeugte mich sofort!


Gekleidet in ein indisches Gewand, irgendwo zwischen einem Sari und einem weißen Anzug, glitzernd und eklektisch, fesselte er das Publikum mit einigen sublimen Details... der erste, absolut unkompliziert und furchtlos, er würde die Klänge, die er wollte, zu nehmen, blättern Sie zu einer Seite, die einige Spickzettel hatte und los würde er gehen, dann ... der raffinierte Geschmack in den Sound hörbar zu halten (lesen Bass und reich) mit unglaublicher Geschicklichkeit ... . ... der raffinierte Geschmack, den Sound hörbar (d.h. tief) und satt zu halten, mit unglaublicher Fingerfertigkeit und Präzision, schließlich war die Stimme das, was wir kannten, kurze, räumliche und sich wiederholende Texte gaben den Fans eine Welle von Trance und wohldefiniertem Revivalismus. Dazu spielte er Tenorsaxophon und Flöte mit unvergleichlicher Anmut.


Hier ist eine Minute von dem, was ich bei dieser fabelhaften Entdeckung gesehen habe, ich habe nicht eine Sekunde aufgehört zu tanzen, nicht einmal beim Fotografieren!

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